|
|
|
PESQUISA
HOME
INSTITUICIONAL
ÁREAS
DONATIVOS
COMÉRCIO JUSTO
|
Na Declaração de IRS - Apoie a SUL
Agora já pode decidir o destino dos seus impostos
Sem qualquer encargo adicional para si pode consignar 0,5% do imposto liquidado a favor de Instituições de Utilidade Pública que prossigam fins de benificiência, assistência ou humanitários.
O que fazer para decidir o destino a dar aos meus impostos?
Preencher no MODELO 3 ANEXO H QUADRO 9 da Declaração de IRS
> SUL COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO e o NIF
> 502 969 580
É simples e não lhe custa nada.
SUL está registada ao abrigo da Lei nº 16/2001, art.32º nº 6 de 22 de Junho, junto da Direcção Geral das Contribuições e Impostos para receber o seu donativo.
Obrigado pela sua colaboração,
Esperamos poder fazer a diferença pelo seu contributo para a construção de um mundo melhor
Agradecemos também que se possível divulgue esta informação pelos seus contactos.
-
Calendário
- Efemérides
- Datas históricas
- Anos Internacionais
- Décadas das Nações Unidas
Agora poderá ver o dia de hoje ou até a data do seu aniversário na história.
A SUL cria novo site para o Comércio Justo.
Online poderá agora fazer a diferença contrariando os desíquilibrios e as injustiças comerciais entre a produção e o consumo. Entre em:
O Guia do Mundo 2002
|
|
|
|
Arquivo
|
| Diversos | Eventos | Fontes de Informação | Noticias | Notícias do Mundo | SUL |
Cabinda: Trinta angolanos mortos em combate numa terra onde «não há guerra» 2004/05/27
Cabinda - O chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, mente sobre o que se passa em Cabinda, acusou o presidente da Frente de Libertação do Enclave (FLEC), Bento Bembe, numa reacção às declarações proferidas recentemente, em Washington, pelo Presidente de Angola, segundo o qual «não há guerra» neste território. Como «prova» dessa mentira, o líder da resistência apontou a morte de «30 angolanos» em combate no enclave.
Quando José Eduardo dos Santos afirma que já «não há guerra em Cabinda» pretende fazer crer à opinião pública internacional que Angola «esmagou a FLEC», declarou ao Ibinda.com o presidente do movimento de resistência Cabinda. «Qualquer pessoa de grande experiência política compreende que o Presidente de Angola está com graves contradições sobre a questão de Cabinda», frisou.
«José Eduardo dos Santos é um chefe de Estado de grande experiência politica, daí que é surpreendente quando faz declarações absurdas como estas, a não ser que só queira revelar a sua má intenção com os seus irmãos de Cabinda», considerou Bento Bembe, sublinhando ainda que o povo cabinda, «organizado politicamente em torno da FLEC», tem lutado contra a ocupação militar do seu território pelo MPLA (partido no poder em Angola) desde 1974. «Há notícias de guerra contínua e o MPLA nunca teve disposição de negociar com a FLEC», assegurou.
Na entrevista telefónica concedida ao Ibinda.com a partir do interior de Cabinda, Bembe informou que, recentemente, a FLEC efectuou um «violento ataque» contra as forças angolanas a dois quilómetros do Tando Zinde. «Este ataque alertou as mais altas instâncias do poder angolano. Há despachos diplomáticos de alto nível com referência a esta acção, dos países vizinhos a Cabinda, assim como de outros Estados de grande relevo», garantiu. Segundo o presidente da FLEC, as Forças Armadas Angolanas (FAA) sofreram cerca de 30 baixas neste ataque. «Em Cabinda todos os dias perdem-se vidas humanas, mas Angola não quer falar disso e prefere ignorar os seus próprios mortos», sublinhou.
Para Bento Bembe, as declarações de José Eduardo dos Santos provam que todos os esforços convergem para um único ponto: «fazer desaparecer a FLEC». «As questões de grande importância que se colocam, são estas: Se não há guerra em Cabinda, qual é o paradeiro da FLEC? Se não há guerra em Cabinda, qual é a razão do aumento constante dos efectivos militares angolanos em Cabinda, e porque é que existem posições militares em quase todas as aldeias de Cabinda?», interrogou-se. «A verdade é esta: nós existimos dentro do território de Cabinda, fazemos as mudanças tácticas necessárias para nos adaptarmos às novas exigência da luta, e continuaremos a combater até encontrarmos a solução necessária para este conflito. Podemos provar que tudo o que disse o Presidente José Eduardo dos Santos não é verdade. Nós podemos garantir que Angola nunca será capaz de nos desalojar do nosso terreno», ressaltou o presidente da FLEC. «A história mostra-nos que mesmo os mais fracos podem ser suficientemente fortes vencer os mais fortes», lembrou.
Bento Bembe desmentiu também a afirmação de José Eduardo dos Santos de que o seu Governo está a dialogar com todas as comunidades de Cabinda. «Não é verdade. O que o MPLA faz em Cabinda é a politiquice a nível dos regedores e com algumas autoridades tradicionais mais fáceis de enganar. Mas nós, nem a igreja, nem os quadros do exterior e do interior de Cabinda, que constituem a FLEC Plataforma, podemos apoiar essa afirmação do Presidente de Angola».
Quanto ao programa económico para Cabinda também expresso pelo Presidente angolano, Bento Bembe afirmou ao Ibinda.com que José Eduardo dos Santos mente. «Em Cabinda não há nenhuma ONG internacional a executar um programa económico tal como acontece em toda Angola. Em Cabinda há pessoas que morrem devido à fome. A situação económica é extremamente caótica», adiantou o líder da resistência.
Para o presidente da FLEC, quando José Eduardo dos Santos parte para Washington a fim de renovar o contrato de exploração petrolífera em Cabinda por mais 20 anos com a empresa petrolífera norte-americana ChevronTexaco, e na mesma ocasião afirma que a «não há guerra» em Cabinda, «pretende, na realidade, continuar a preparar condições para destruir a FLEC para garantir a exploração e esse mesmos contratos». E esclarece: «Nós nunca dissemos que o nosso problema é o petróleo, Angola está a perder tempo quando pensa que o nosso problema é o petróleo».
Por outro lado, acusou a Chevron Texaco de ser «cúmplice» no «genocídio» em Cabinda: «A Chevron explora o petróleo em Cabinda, dando as receitas a Angola, sabendo que esta utiliza essas mesmas receitas para pôr em prática o genocídio do povo de Cabinda». Para a FLEC, revelou, «está claro o apoio dos Estados Unidos a Angola».
Bento Bembe deixou ainda uma mensagem para o Presidente José Eduardo dos Santos: «Temos de ter a coragem para dialogarmos a fim de abrirmos a possibilidade de nos entendermos e chegarmos a um acordo».
(c) PNN - agencianoticias.com
Portugal entrega ajuda de 69 mil euros a instituições na Guiné-Bissau 2004/05/27
Bissau - Três instituições de solidariedade social da Guiné-Bissau ligadas a órfãos e grávidas de alto risco, a escolas diocesanas e a um projecto de irrigação na região de Bissorã receberam, quarta-feira, uma ajuda de Portugal avaliada em 69.207 euros.
Os donativos foram entregues pelo adido de cooperação da Embaixada de Portugal em Bissau, José Silva Pereira, numa cerimónia presenciada pela ministra guineense da Solidariedade Social, Família e Luta contra a Pobreza, Eugénia Saldanha Araújo, e pelo bispo de Bissau, D. José Camnaté Na Bissign.
A Cáritas da Guiné-Bissau, ligada às dioceses de Bissau e Bafatá, recebeu um cheque no valor de 35.905 euros para ajudar um projecto de apoio a órfãos, gémeos e grávidas de alto risco obstétrico.
Outra oferta, no valor de 17.209 euros, foi entregue à Comissão Inter-Diocesana da Educação e Ensino e destina-se ao financiamento da compra de alimentos, medicamentos e equipamentos para as instalações onde residem órfãos e são assistidas grávidas, bem como para a compra de materiais e equipamentos para escolas diocesanas espalhadas pelo país.
Os restantes 16.093 euros foram atribuídos ao projecto de instalação do sistema de irrigação gota-a-gota em Blassar, localidade onde são frequentes os períodos de seca.
(c) PNN - agencianoticias.com
Campo de Kondi Mbaka - Refugiados cabindas no Congo entregues à sua sorte 2004/05/24
Cabinda - «Pequenos casebres de terra e cimento» é o projecto do último programa iniciado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) no Campo de Kondi Mbaka, que alberga uma população cabinda fugida à guerra vivida no enclave.
Construídas pelos próprios refugiados, cada casebre ocupa um espaço coberto de cerca de trinta metros quadrados. São fabricadas com pequenos tijolos de terra batida fornecidos por uma associação alemã que distribui cimento e placas metálicas que improvisarão o telhado. Cada casebre tem três divisões independentemente do número de pessoas que compõem a família que aí reside.
Dez anos após que as «tendas» e «abrigos de fortuna» disponibilizados pelo Alto Comissariado, a situação dos refugiados deu sinais de melhoras. «Mas estas condições ‘sub-humanas’ são absolutamente chocantes, comparativamente com os milhões de dólares que as companhias petrolíferas despejam, com direitos de exploração, nas contas angolanas, nem com os milhões de dólares que Angola paga aos organismos internacionais e às organizações não governamentais (ONG) para se calarem sobre a Guerra em Cabinda», acusa Virginie Mouanda, escritora cabinda que recentemente visitou o Campo de Kondi Mbaka.
«Os relatórios sobre os refugiados cabindas que transitam da secção do ACNUR no Congo com Angola perderam toda a credibilidade», revelou a escritora ao Ibinda.com. «Estes funcionários», assegurou, «sempre trabalharam com o aval da das autoridades angolanas».
Desde Julho e Agosto de 2001, relatou, «o ACNUR tentou fazer tudo para repatriar os refugiados para Cabinda». Porém, «os cabindas recém chegados ao enclave são confrontados com as piores atrocidades, violações, massacres e roubos, praticados pelas tropas angolanas contra estas populações civis», sublinhou a escritora. «Não tendo os meios nem a possibilidade para regressarem ao campo de refugiados, esta população é obrigada a deambular entre as aldeias e a floresta».
O Campo de Refugiados de Kondi Mbaka, que alberga os cabindas fugidos à guerra no enclave, está situado a cerca de 50 quilómetros a Norte da cidade de Ponta Negra, no Sul do Congo. Beneficiando de uma localização geográfica privilegiada, junto da fronteira entre o Congo e Cabinda, facilitou naturalmente o contacto entre os exilados e os seus compatriotas. A cerca de uma centena de quilómetros do campo, a primeira aldeia fronteiriça possibilita o reencontro para muitas das famílias dispersas, daí que o mercado de Nzassi se tornou num ponto incontornável de reencontro dos cabindas de vidas cruzadas pelos destinos da guerra.
Durante vários decénios, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a comunidade internacional ignoraram a guerra em Cabinda, considerando-a um pequeno conflito regional. Em 1992, para chamar atenção da comunidade internacional, a população de Cabinda boicota as eleições angolanas, que resultou numa violenta vaga de repressão contra as populações das aldeias e das cidades. O grande fluxo de refugiados, fugidos à repressão, em direcção ao vizinho Congo forçou o Alto Comissariado a criar em 1993 o Campo de Refugiados de Kundi Mbaka.
«Neste mesmo ano», adianta Virginie Mouanda, «Cabinda esvaziava-se da sua população. A guerra estendia de Norte a Sul, e uma grande parte das zonas libertadas pela Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) fora ocupada pelas tropas angolanas. Mas a situação muda, e em dois anos, a FLEC consegue libertar cerca de dois terços do território, e já acreditávamos que era o princípio do fim da Guerra, ao ponto que os guerrilheiros já não se escondiam no mato».
Como consequência dos combates, mais de dez mil pessoas foram evacuadas na fronteira do Congo pelo ACNUR nos finais de 1992, sendo inicialmente instaladas no Parque de Exposições de Ponta Negra. Em 1993, foi localizado um «terreno» vago em plena savana na região de Kouilou, afastado da estrada e discretamente escondido de «olhares curiosos». Aí nasceu o Campo de Kondi Mbaka.
Hoje, apesar da guerra ainda não ter acabado em Cabinda, o Alto Comissariado considerou que era o momento de abandonar Kondi Mbaka, sob o argumento que acabou a guerra em Angola, fazendo naturalmente a amálgama entre a situação em Cabinda e em Angola. Cerca de dois terços dos refugiados foram então convidados à força a abandonar o Campo. Entregues à sua sorte, tornam-se novamente vítimas das repetidas incursões e bombardeamentos das Forças Armadas Angolanas (FAA). Como solução regressam ao Congo e instalam-se em Ponta Negra, onde muitos afirmam que nesta cidade «os autóctones são todos cabindas». No entanto, «em Kondi Mbaka ainda vivem cerca de três mil pessoas, que como único meio de subsistência cultivam os terrenos que circundam o campo», adianta Virginie Mouanda,
«Fui ao campo de Kondi Mbaka como ‘filha da terra’ (expressão que designa a afirmação de identidade como cabinda)», contou a escritora ao Ibinda.com «Mesmo assim tive de me apresentar em nome de Joel Batila e do presidente Nzita Tiago. Falei-lhes das acções do Comité de Acção e Apoio aos Refugiados de Cabinda (CAARC). Só após estas apresentações fui recebida pelo responsável do campo».
Em Kondi Mbaka, constatou a escritora cabinda, «há muitas crianças, boa parte delas órfãs. As pessoas envelhecem. Após terem passado toda a vida a combater, primeiro contra os portugueses e depois contra os angolanos. Os homens são poucos, estes foram as primeiras vítimas da guerra, dos massacres e das execuções sumárias».
No Campo, «as mulheres educam sozinhas os seus filhos, assim como os dos outros, dos mortos», relata Virginie Mouanda, apontando «o caso de Dona Teresa, que cultiva a árida terra da savana tentando assim alimentar seis crianças. O seu marido integrou a resistência. Desde que ela mesma teve de deixar a resistência, nunca mais teve notícias do seu marido. Ouvindo as notícias da violência dos combates no Mayombé, Dona Teresa preferiu preocupar-se com o dia-a-dia». Esta mulher, conta a escritora, «tem dois filhos no liceu de Ponta Negra, dos quais um conseguiu terminar o BAC (12/o ano), mas não poderá ir mais longe nos estudos. Eles não têm possibilidades de obterem uma bolsa de estudos».
Esta é precisamente «uma das principais preocupações das famílias no centro de Kondi Mbaka», lembra Mouanda, «As crianças que cresceram no Campo e que conseguiram estudar até ao liceu têm de parar, porque não têm mais alternativas. São estas as crianças que deveriam formar a elite de Cabinda», salienta a escritora, para quem «o país necessita destes intelectuais que nasceram e cresceram na luta».
(c) PNN - agencianoticias.com
Protocolo com a Western Union 2004/04/01
 
Assinado protocolo de parceria com a Western Union. A SUL acordou em protocolo com a Western Union a colocação de um Banner no site da associação, permitindo acesso à realização de Transferências Nacionais e Internacionais e envio de Telegramas. A Western Union é uma reconhecida instituição a nívcel Internacional. Da parceria resulta que por cada Transferência a Western Union efectua um donativo à associação de 5 USD e 2 USD por envio de Telegrama. Desta forma ao enviar dinheiro ou mensagens para um amigo ou familiar estará sem mais encargos a contribuir para o financiamento das actividades da nossa Associação.
Página 14 de 154
[ Anterior ]
[ Seguinte ]
[ 1 ]
[ 2 ]
[ 3 ]
[ 4 ]
[ 5 ]
[ 6 ]
[ 7 ]
[ 8 ]
[ 9 ]
[ 10 ]
[ 11 ]
[ 12 ]
[ 13 ]
[ 14 ]
[ 15 ]
[ 16 ]
[ 17 ]
[ 18 ]
[ 19 ]
[ 20 ]
[ 21 ]
[ 22 ]
[ 23 ]
[ 24 ]
[ 25 ]
[ 26 ]
[ 27 ]
[ 28 ]
[ 29 ]
[ 30 ]
[ 31 ]
[ 32 ]
[ 33 ]
[ 34 ]
[ 35 ]
[ 36 ]
[ 37 ]
[ 38 ]
[ 39 ]
[ 40 ]
[ 41 ]
[ 42 ]
[ 43 ]
[ 44 ]
[ 45 ]
[ 46 ]
[ 47 ]
[ 48 ]
[ 49 ]
[ 50 ]
[ 51 ]
[ 52 ]
[ 53 ]
[ 54 ]
[ 55 ]
[ 56 ]
[ 57 ]
[ 58 ]
[ 59 ]
[ 60 ]
[ 61 ]
[ 62 ]
[ 63 ]
[ 64 ]
[ 65 ]
[ 66 ]
[ 67 ]
[ 68 ]
[ 69 ]
[ 70 ]
[ 71 ]
[ 72 ]
[ 73 ]
[ 74 ]
[ 75 ]
[ 76 ]
[ 77 ]
[ 78 ]
[ 79 ]
[ 80 ]
[ 81 ]
[ 82 ]
[ 83 ]
[ 84 ]
[ 85 ]
[ 86 ]
[ 87 ]
[ 88 ]
[ 89 ]
[ 90 ]
[ 91 ]
[ 92 ]
[ 93 ]
[ 94 ]
[ 95 ]
[ 96 ]
[ 97 ]
[ 98 ]
[ 99 ]
[ 100 ]
[ 101 ]
[ 102 ]
[ 103 ]
[ 104 ]
[ 105 ]
[ 106 ]
[ 107 ]
[ 108 ]
[ 109 ]
[ 110 ]
[ 111 ]
[ 112 ]
[ 113 ]
[ 114 ]
[ 115 ]
[ 116 ]
[ 117 ]
[ 118 ]
[ 119 ]
[ 120 ]
[ 121 ]
[ 122 ]
[ 123 ]
[ 124 ]
[ 125 ]
[ 126 ]
[ 127 ]
[ 128 ]
[ 129 ]
[ 130 ]
[ 131 ]
[ 132 ]
[ 133 ]
[ 134 ]
[ 135 ]
[ 136 ]
[ 137 ]
[ 138 ]
[ 139 ]
[ 140 ]
[ 141 ]
[ 142 ]
[ 143 ]
[ 144 ]
[ 145 ]
[ 146 ]
[ 147 ]
[ 148 ]
[ 149 ]
[ 150 ]
[ 151 ]
[ 152 ]
[ 153 ]
[ 154 ]
|
|
|
|
|
|
|
|
Se precisa de alguma informação, quer deixar algum apontamento ou comentário, não deixe de nos contactar.
E não se esqueça de assinar o nosso livro de visitas:
|
|